| Brasileiros ainda confundem investimento com jogo |
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| escrito por Webmaster | |
| 30.11.2006 | |
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O brasileiro tem o
péssimo hábito de confundir seus investimentos com jogo.
O primeiro dado que chama atenção: 62% dizem que não investem na bolsa
porque não têm recursos e 46% dizem que "não entendem do negócio". Note que a pesquisa abordou um grupo do qual 43% têm uma
renda mensal entre R$ 3 mil e R$ 8 mil e 29% têm renda acima de R$ 8 mil. Ou seja, mais
de 70% dos entrevistados têm uma renda mensal acima do atual teto do benefício pago pelo
INSS e, portanto, vai precisar da previdência complementar para manter seu padrão de
vida depois de aposentado. E, se assim é, não pode dispensar o
mercado de ações, pois ele é importantíssimo para carteiras de investimentos de longo
prazo como as que se destinam a financiar a aposentadoria. O provável é que ele
não tenha planejamento financeiro ou não tenha informações atualizadas, por isso diz
que não tem recursos. Isso porque hoje já é possível começar a investir em ações
com R$ 100. Oras, para quem tem uma renda mensal de R$ 3 mil é cerca de 3% da renda que
ele estaria dedicando ao investimento, o que é perfeitamente razoável.
Quanto a "não entender do negócio" sinaliza, no mínimo, que ele não tem o
menor interesse pelo tema. Pois, se quiser, em poucos cliques navegaria num mar de
investimentos, só para citar as informações disponíveis na internet. O
próprio site do INI (www.ini.org.br) tem
muitas informações gratuitas à disposição do investidor. Nas livrarias,
nunca se viu tantos títulos de finanças e investimentos pessoais à disposição do
investidor e os jornais e revistas cada vez mais têm áreas dedicadas à cobertura de
finanças e investimentos pessoais. Portanto, o problema hoje não é falta de
informação, mas sim o excesso. Um dos primeiros trabalhos a fazer é selecionar quais as fontes confiáveis de fonte de informação . Há muitas informações na pesquisa do INI. Chamam também a atenção aquelas que indicam o desejo do investidor brasileiro. Ele quer ter sua própria carteira de ações e se interessa bastante em ser sócio de bons negócios. "Ficou claro que há uma tendência de investir diretamente em ações", diz Gustavo Poppe, presidente do INI.
Já participaram dessas reuniões, por exemplo, Petrobras, Vale do Rio Doce, Natura e Banco do Brasil. A idéia, diz ele, é aumentar a freqüência dessas reuniões em 2007. Fonte: Jornal Valor
Traducción
libre al español:
Él ni si da cuenta de eso, cuando lee u oye que la bolsa sube o baja, por lo
general observa si se relaciona solamente con el Ibovespa al cierre y, no
durante la rueda de negociaciones, para observar los valores máximos y mínimos
del día.
Participarán en esas reuniones, por ejemplo, Petrobrás, Vale do Río Doce,
Natura y el Banco do Brasil. Su idea es aumentar la frecuencia de las reuniones
en 2007. |
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